Connect() 2017, primeiras impressões

 

Começou ontem mais um Microsoft Connect(), um evento virado para a área do desenvolvimento (mas não só).

A keynote principal de ontem apresentou bastantes novidades, como já vem sendo hábito neste tipo de sessões. Cheguei a ter de parar o vídeo por várias vezes para conseguir assimilar algumas das coisas que estava a ver, principalmente quando o Scott Hanselman estava em palco.

Para quem tem andado desatento, o início foi “estranho”. Uns minutos de Scott Guthrie e depois uma demo em que aparece um senhor que começou numa janela de Visual Studio Code a fazer uma app Node… num Mac. Usa o Google Chrome como browser, fala pelo Slack com uma colega, envia-lhe um link e ela abre o Visual Studio no Windows dela mas… o código é o que está no Visual Studio Code do colega. Pair Programming, incluindo uma sessão de debug onde num breakpoint ela tem acesso a tudo o que está a acontecer… na máquina do colega… que, como já disse, é um Mac. A correr MacOS. Depois disso, faz deploy num App Service em Azure do container Docker em Linux.

Ainda vamos nos primeiros vinte minutos da hora e meia de keynote.

Mais informações sobre este Visual Studio Live Share aqui e o pedido para aceder ao preview está aqui.

 

Destaco também a apresentação do Scott Hanselman pelo minuto 50. Para quem está dentro de Microservices e Kubernetes é imperdível.

 

Muitas mais novidades foram apresentadas. Os meus destaque vão para:

A possibilidade de criarmos bibliotecas em C# para usarmos nativamente em aplicações iOS e Android.

A apresentação do Visual Studio App Center (antigo Mobile Center) que saiu de preview.

A fantástica demo do Donovan Brown que mostrou em directo o Visual Studio Team Services aberto na conta da equipa que… faz o Visual Studio Team Services. Não é todos os dias que podemos ver informação real de uma equipa de 500 engenheiros, mas ainda não foi desta que pudemos ver a conta dos 25000 engenheiros da equipa do Windows…

Uma boa demo da Lara Rubbelke a arrancar uma Azure SQL Database em menos de um minuto e a mostrar uma migração de uma BD on premises para Azure enquanto o diabo esfrega um olho…

O novo SQL Operations Studio, um IDE gratuito e multiplataforma baseado no Visual Studio Code que vem ao encontro do muito pedido Management Studio para macOS e Linux. Assim que experimetar no meu Mac tento fazer um outro post…

A entrada da Microsoft na MariaDB foundation e a adicão deste SGBD aos fully managed MySQL e PostgreSQL.

Para quem anda nas lides do Big Data, de referir que agora podem usar as APIs com CosmosDB.

Mantendo o tema, a demo da Databricks sobre o serviço homónimo de Apache Spark está supimpa!

 

E, por agora, é tudo. Tantos vídeos para ver e tão pouco tempo… 🙂

 

 

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