Quando se escreve pouco…

Quando se escreve pouco… é porque está muito a acontecer ao mesmo tempo. 🙂

 

Em termos de eventos, desde a 5ª reunião da Cloud Pro PT em que falei sobre as novidades do Visual Studio Mobile Center, que houve novidades.

Estive no 13º encontro da comunidade IT Pro Portugal a fazer um Bot em 30 minutos. Quem por lá apareceu viu que os enganei bem, pois fazer o Bot não demorou nem pouco mais ou menos esse tempo. Para falar verdade, fiz o Bot, treinei-o, publiquei-o, inseri-o numa página de Facebook e num site em menos de 20 minutos, mesmo falando em inglês porque tínhamos lá convidados estrangeiros. Está na calha um vídeo sobre este processo que irei publicar mais tarde aqui.

 

A maior novidade aconteceu neste fim-de-semana. Com mais dois grandes malucos, o André Melancia e o Ricardo Cabral, contado também com o apoio de muitos profissionais de Data Platform, foi criada a Data Community Portugal. O primeiro evento foi realizado no sábado, nas instalações da Microsoft Portugal no Parque das Nações.

O formato escolhido funcionou muito bem. Um workshop “entry-level” sobre instalação de SQL Server. E para um evento anunciado na terça-feira anterior a ser feito num sábado de verão com tempo de praia correu muito bem, com uma sala cheia de interessados. Realmente, a repetir.

Cheguei mesmo a instalar SQL Server no meu macOS. Espero ter tempo para fazer um post sobre a experiência. Foi “limpinho”… usando a imagem Docker e tendo apenas cuidado com algumas dependências.

Agora… de volta ao código. 🙂

 

 

 

Mais Visual Studio Mobile Center, amanhã na 5ª reunião da Cloud Pro PT

É já amanhã!

Apareçam pela Microsoft pelas 18h30 para um pouco de comida e boa conversa, depois pelas 19h o Marco Cerruti vai falar sobre Azure Active Directory e depois do intervalo falo eu sobre Visual Studio Mobile Center.

Aproveitem bem o evento, se puderem fiquem connosco para um jantar “por ali” depois do evento 🙂

É grátis mas sujeito a inscrição pelo Eventbrite aqui.

 

E se, de repente, um desconhecido lhe oferecer flores…

Creio que muitos dos que lêm este blog se lembram desta icónica frase. Anos 80, anúncio a um desodorizante em spray.

“E se, de repente, um desconhecido lhe oferecer flores… isso é Impulse”.

Há muitas frases que vão ficando na nossa memória.  Outra delas aprendi-a com a minha mulher.  “Quando é bom demais para ser verdade, é porque é bom demais para ser verdade”.

Falta mais uma parte para completar a “trilogia” que me fez escrever este post e fazer-vos perceber onde quero chegar.

Há alguns anos (achava eu que foram 3 ou 4, mas vendo bem acho que foram mais…) chegava à empresa onde trabalhava na altura e fui abordado por uma colega, a “Isabel” (nome fictício, claro) que me “dispara” esta pérola:

Ela: “Olha, apareceu-me aqui no computador uma mensagem”

Eu: “E que mensagem era?”

Ela: “Não sei, não vi bem…”

Eu: “E tu, o que fizeste?”

Ela, percebendo pela minha cara que já esperava a resposta que ela ia dar: “Carreguei… no SIM…”

Para quem me conhece bem, há alguns anos era totalmente natural “passar-me dos carretos” com coisas destas. Aconteceu muitas vezes. Daquela vez mudei de estratégia e inventei uma situação para tentar explicar melhor a mensagem que queria passar.

Eu: “Imagina que um desconhecido te aborda na rua e te pede €20. O que fazes?”

Ela: “Não dou”

Eu: “Claro, porque não o conheces de lado algum… até te digo mais, tu só dás os €20 se conheceres a pessoa e se tiveres confiança nela. E se tiveres €20 na carteira.”

Terminei a conversa com estas frases: “Quando as pessoas perceberem que temos de ser com os computadores como somos no resto da vida, tudo será mais simples. Aparece uma mensagem… lê o que lá está. Por omissão respondes NÂO. Só respondes sim SE. SE perceberes o que te está a ser pedido. SE perceberes de onde veio aquela mensagem. SE conheceres a aplicação que te está a pedir aquilo. SE conseguires perguntar a alguém que está mais por dentro do assunto e SE ele te disser que podes responder sim. Mas em todos os outros casos, NÃO. Aqui ou no resto da tua vida, só respondes sim “SE”. Até as pessoas perceberem isso e deixarem de dizer que não são informáticas para saberem essas coisas vão continuar a existir estes problemas”.

Lembrei-me disto por causa de um dos assuntos do momento, para além de Fátima, Futebol e Festival da Eurovisão.  Ransomware. De repente computadores com mensagens a dizer que os ficheiros estão encriptados e se não pagarem um X vão apagar tudo do seu computador.

Esta vaga de infeccções deveu-se, em parte, a uma falha de segurança num componente do Windows, presente apenas em versões antigas e em que até já havia um patch de segurança que resolvia a questão mas que não tinha sido aplicado nas máquinas que ficaram infectadas. Isso é um outro assunto que provavelmente quero abordar em outro post.

Mas não foi essa falha que fez com que a infecção começasse. Provavelmente foi um anexo de email que alguém resolveu abrir, porque… porque sim. Quem não recebeu um mail de um “amigo” que não conhecemos de lado algum com as “fotos do fim-de-semana passado”, aquele que passámos em casa com a família? Que não recebeu um mail do banco a dizer que tem uma transacção para aprovar sem ter ido ao banco nem ter feito uma transacção? Quem não tem uma encomenda da UPS ou da DHL à sua espera em qualquer lado mas não encomendou nada? Quem não recebeu um mail da Google a pedir para confirmar as suas credenciais  respondendo com utilizador e password? Já nem imagino as que ainda acreditam que há alguém na Nigéria que desesperadamente necessita de um sócio para retirar dinheiro de lá a troco de 10% do valor mas precisa primeiro de algum dinheiro para inciar o processo. E claro, está lá um link para qualquer lado que não sabemos bem ou pior ainda, um anexo qualquer que resolvemos abrir “para ver o que é”. Claro que se um desconhecido de repente lhe pedir para ir para um beco para ver uma coisa qualquer… todos iríamos, não era?

Há muitos anos dei um raspanete a um colega porque ele resolveu abrir um anexo que vinha não-sei-de-quem com o texto não-sei-quê e com um anexo não-faço-ideia-nenhuma. Automaticamente o computador ficou infectado e teve de ser reinstalado. Felizmente a primeira coisa que ele fez foi ligar-me mas esse minutinho em que o pc esteve na rede, em termos informáticos, é uma eternidade.

Sejemos com os nossos computadores como somos com o resto. “NÂO” é a resposta por omissão. E, já agora, quando vêm uma actualização do sistema operativo, façam-na, pela saúde do vosso computador.

Se, de repente, um desconhecido lhe oferecer qualquer coisa…

Build 2017, parte 2

Aqui fica a segunda parte das minhas escolhas da Build 2017. Não tem sido fácil acompanhar isto tudo, ainda por cima em semana de TugaIT… por falar nisso, já se inscreveram? Não sei se ainda há lugares disponíveis, mas aproveitem enquanto é tempo.

 

Ainda das pré-gravadas, há muita informação interessante.

Build bots in Skype for Business, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4135

Agora podemos também fazer Bots com a Bot Framework para Skype for Business, para além dos já existentes como o Skype, Slack, Microsoft Teams, Twillio, Telegram, Facebook Messenger e mais alguns.

 

Bot Human Handoff, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4075

Como iniciar uma conversa com um Bot e depois fazer a transição para uma pessoa. Uma parte inicial mais “chata” mas importante para percebermos o que acontece depois durante a demo.

 

Creating FAQ bots with QnA Maker, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4074

Criar com o QnA Maker para transformar um FAQ já existente num Bot. Uma excelente demo para uma funcionalidade muito interessante.

 

Dialog management in Bot Framework, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4070

De novo o @GeekTrainer a falar sobre Bots, desta vez como usar o stack de diálogos para uma melhor experiência de conversa.

 

Designing conversational UI for bots (and humans), https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4066

Como criar um Bot na perspectiva do design e interação com o utilizador.

 

How your applications can benefit from AI using Bing APIs on Microsoft Cognitive Services, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4060

Explorar um pouco as API’s disponíveis para integração nas nossas aplicações, desde o Search até Speech.

 

Agora entrando já nas gravadas durante o evento…

What’s new with the Microsoft Bot Framework, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/B8097

Sessão sobre as novidades da mais recente Bot Framework. Um pouco “por cima” de início mas com uma boa demo depois.

 

Bot capabilities, patterns and principles, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/B8010

Com a presença do nosso conhecido Mat Velloso (participou num evento aqui na Microsoft em Lisboa há uns anos e, como bom brasileiro, é bastante simpático e afável) fala-se de Bots, Bots, Bots e mais Bots. Já disse que se fala de Bots? Não deixem de ver a parte das perguntas e respostas.

 

 

Agora “basta” arranjar tempo para ver as dezenas que já escolhi para ver (e não estou a brincar… já passa dos 100 vídeos.)

Primeiras escolhas da conferência Build 2017

A Build, para quem não sabe, é a principal conferência técnica da Microsoft.

Há muitas novidades interessantes que já devem ter visto em vários blogues e revistas da especialidade, por isso não me vou focar muito nelas, pelo menos para já, esperando fazê-lo quando “meter a mão na massa”.

O conteúdo disponível é enorme, como sempre. Há sempre que escolher entre as centenas de vídeos que vão sendo colocados no Channel9.

Deixo-vos aqui uma pequena seleccção do que já vi e que recomendo, baseado nos meus interesses actuais.

 

Aplicações móveis

The next generation of HockeyApp: Visual Studio Mobile Center, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4069

Integração das funcionalidades da HockeyApp no novo Mobile Center.

 

Advanced cross-platform mobile apps with Azure Mobile Apps and Xamarin, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4121

O James Montemagno com uma pequena demo de uma app com serviços Azure AppService.

 

Designing mobile applications, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4048

Mais virada para o design da aplicação, com muito boas dicas de UI.

 

Criar Apps para Microsoft Teams

How to package a Microsoft Teams app, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4150

Primeiros passos para criar um package para upload nas Teams.

 

Build a great tab for your Microsoft Teams app, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4157

Um pequeno vídeo com os passos para criar um novo separador nas Teams.

 

Notify your users through your Microsoft Teams app, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4132

Colocar mensagens na Activity Feed, Bots e Connectors

 

Build a great bot for Microsoft Teams, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4126

Todos os passos para criar um Bot com a Bot Framework

 

Compose extensions for Microsoft Teams, https://channel9.msdn.com/Events/Build/2017/P4151

Depois de termos o Bot feito, como criar uma extensão em menos de 90 linhas de código.

 

Vou tentando colocar aqui mais algumas das sessões que considero relevantes.

Mobile Backend as a Service (MBaaS) à moda da Red Hat

Tenho-me dedicado nos últimos tempos a plataformas de MBaaS (Wikipedia, em Inglês), mais a fundo em relação ao novo (e ainda em preview) Visual Studio Mobile Center (é sobre ele que vou falar no próximo TugaIT).

Como neste mundo não há muito lugar para fundamentalismos e “aquilo que eu uso é que é bom e o resto não presta”, adoro conhecer as ofertas disponíveis no mercado a aprender com as diferentes maneiras de, no fundo, fazer mais ou menos a mesma coisa. Vou frequentemente a eventos organizados pelo GDGLx, incluindo um workshop realizado na e.near em que fiz o meu primeira solução usando Firebase.

Ontem fui conhecer melhor a Red Hat Mobile Application Platform. Uma manhã bem passada com uma sessão introdutória com a parte mais comercial e depois um pequeno workshop. Para quem quiser ter uma ideia do que nos foi pedido fazer, o projecto está no GitHub.

Em 15 minutos estava feito… Só tive uma pequena “dificuldade” em arrancar a app no browser, mas afinal o problema estava no facto de estar a usar uma janela em modo incógnito (fica a dica!).

Para já, a compra em 2014 da FeedHenry por parte da RedHat está a dar frutos. Uma plataforma interessante, polida e potente.

Aproveitei para “brincar” um pouco mais com a plataforma e fiz mais alguns projectos a partir das templates fornecidas. A possibilidade de criar apps nativas para Android, iOS e Windows, a integração com serviços externos, a edição de código online sem ter de fazer clone do repositório git e a ferramenta de criação dos layouts e regras de negócio são algumas das funcionalidades que destaco.

Para os interessados deixo um vídeo de demonstração da própria RedHat.

 

 

Orador no Visual Studio 2017 Launch Party, já este fim-de-semana

A NetPonto é a comunidade portuguesa de arquitectura e desenvolvimento em .NET.

O Visual Studio 2017 launch party vai-se realizar este fim-de-semana, dia 29 de Abril, nas instalações da Microsoft, em Lisboa. 2 workshops de meio-dia e 4 sessões de hora e meia. A agenda está disponível aqui e o registo é no Eventbrite.

Vai ser um evento interessante para conhecer as novas capacidades que temos à disposição com o Visual Studio 2017. Eu vou falar às 17h sobre o novo Visual Studio Mobile Center.

Apareçam por lá!

Orgulho na selecção como orador para o TugaIT 2017

Mais uma boa notícia na caixa de correio. Fui seleccionado como orador para o próximo TugaIT!

Para quem ainda não sabe, o TugaIT é uma conferência sobre tecnologia com vários temas em destaque: Data Platform (Microsoft and Open Source), Integração, Sharepoint, Office365, Azure, Metodologias de Desenvolvimento e DevOps.

Quando vejo a lista de oradores só posso ficar orgulhoso e até um pouco lisonjeado… estar perto de algumas pessoas com quem já aprendi muito e que estão a anos-luz em termos de conhecimento é muito bom, quanto mais partilhar a mesma sala. É um pouco lamechas, mas é um pequeno sonho concretizado.

Dia 18 e 19 de Maio são os workshops. Já dei a minha opinião a muitas pessoas que estão em dúvida se deverão ir: são oportunidades de formação excelente por experts de nível mundial por um preço muito “tuga” (trocadilho intencional) de €150 até ao fim deste mês de Abril, depois €200.

Não há razão para quem gosta destas coisas não aparecer por lá. A entrada custa €10, pelas razões que abordei levemente no meu último post.

Se puderem, dêm um saltinho a uma sessão sobre Azure Mobile Center que vai ser apresentada por um rapazito supimpa! 🙂

 

O caso do F8 Meetup e para aqueles que se registam e não aparecem

Estive anteontem no F8 Meetup Lisbon, um evento da Beta-i, PT e Facebook que foi realizado nas instalações da PT na  Fontes Pereira de Melo.

O evento serviu para networking e assistirmos à keynote da F8 em grande ecrã.

O que me impressionou mais no evento foi a falta de presenças no mesmo. Sei de pessoas que procuraram entrada para o evento e não conseguiram porque estava cheio. O que lá vi foi muito diferente, e é um problema que conheço bem pelos eventos onde participo.

Creio que só quem já organizou eventos de comunidade sabe a dificuldade que existe em estimar as presenças. Creio que se alguns dos que se inscrevem e acabam por não ir (pelas mais variadas razões, não vêm aqui ao caso) não percebem as dificuldades que estão a colocar aos organizadores.

Primeiro problema: instalações. Que sala necessitamos? Basta uma sala com 30 lugares sentados? Vamos ter mais pessoas? Já temos 120 inscritos no evento… Conseguimos arranjar aquela sala maior onde cabem 100 pessoas? Contactamos o(s) patrocinador(es) do evento que nos está gentilmente a ceder a de 30 lugares e perguntamos se há possibilidade de termos a sala “grande” porque temos muita procura, sala essa onde o gasto de luz e o custo/hora de lâmpada de projector é muito maior e onde vai ser necessário maior tempo de limpeza, logo, mais caro. Com isso vêm os “goodies”… temos fitas de pescoço para todos? Em vez de imprimirmos 30 badges acabamos por imprimir 120. Coffee-break? Somos conservadores e pedimos para 80 PAX. Imprimimos inquéritos de satisfação para todos e ainda conseguimos arranjar um presente de um dos patrocinadores para ofecer no fim do evento.

Tudo isto para… aparecerem menos de metade. E não estou a ser mauzinho, já vi eventos de 90 inscritos com 30, outros de 250 com 100.

Papel gasto sem razão, toner desperdiçado, dinheiro mandado à rua, patrocinadores que esperavam um certo retorno e não o tiveram, enfim… deixemos de parte a comida que, dependendo da quantidade, acaba por ser distribuída e não se estraga (a ReFood é um “cliente” habitual) mas que custou bastante à organização e/ou patrocinadores.

Num evento em que participei há uns meses e que tinha inscrições muito limitadas (e que esgotaram rapidamente), um dos participantes pediu almoço vegetariano.  Apenas um. Entre os 20 participantes, quem não apareceu?

Na ITPro Portugal e PowerShell Portugal  temos lançado os eventos, tipicamente, na semana anterior à realização do mesmo, apesar de as datas e oradores por vezes estarem definidas meses antes. Temos tido boa audiência, normalmente a rondar os 60% a 80% dos inscritos. Quando os eventos foram anunciados com 1 mês de antecedência… máximo de 50%.

Por favor… se não vão, avisem os organizadores. Cancelem a vossa inscrição. Dêm lugar a quem quer ir. Ajudem a salvar o planeta e a reduzir o desperdício. 🙂

 

 

 

Shaven, not stirred. Battle of the Beards!

Eu e o André Melancia vamos participar na conferência online Battle of the Beards que se vai realizar já esta quarta-feira de manhã. A nossa sessão é às 10h10 da manhã.

É um evento de beneficência em que um conjunto de barbudos (pronto, nem todos…) vão falar sobre assuntos desde front-end development até infraestrutura passando por data platform.

Nós vamos fazer um pouco de paródia com a sessão de hacking e segurança em SQL Server. Vão entrar agentes secretos ao serviço de Sua Majestade. E uma barba postiça também.

O acesso é pago (5 libras ou o que quiserem dar) e reverte a favor da CALM.